Quero penetrar em sua floresta densa e perfumada
De onde escorre um rio de mel
d’uma cachoeira em forma de orquídea dourada
Quero me afogar na seiva elétrica de seu luar
Embriagar-me com os odores
mágicos do seu doce canto
Entrar e sairNum frenesi interminável
Constante, lento e rápido
Ao mesmo tempo
Para que possamos
Alcançar o clímax
Universal de uma só vez
Descansar e recomeçar a viagem novamente
Até adormecer ao som dos pássaros e trovões
Trespassado por correntes
energéticas que me fazem
tremer (não de frio)
mas de satisfação intensa
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
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