NA
CIDADE
ONDE
OS
CARROS
NUNCA
PARAM
DE
PASSAR
AS
PESSOAS
ISOLADAS
SOBREVIVEM
NA
SALA
DE
JANTAR
A
TV
É
O
CONTATO
COM
O
MUNDO
EXTERIOR
E
A
VIDA
É
SÓ
TRABALHO
PRODUZIR
COMO
UM
ESCRAVO
NÃO
IMPORTA
QUANTA
DOR
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Eis meu cemitério de ideias e ressentimentos, encontro entre realismo e ficção, ilha de compartimentos compartilhados, num mundo alagado de “verdades" a serem contestadas. Apenas um arquivo morto com idéias que insistem em viver comigo.
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