Sangue, sangue jaz no chão
Já não circula nas veias mórbidas da solidão
não alimenta mais esse esperançoso coração
não mais vocifera contra a ilusão
nem contra as mentiras vazias da multidão
Sangue, sangue jaz no chão
No vazio escuro do meu caixão
Limpei meu quarto mas a luz invadiu meu saguão
agora estou flutuando sem sangue, lágrimas, tesão
flutuando no vermelho negro dessa vastidão
domingo, 29 de agosto de 2010
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Um comentário:
bravo aurélio,
parabéns pelo blog, vou continuar vindo aqui - abraços
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