Somos o fluxo e o refluxo
de uma existência redundante e autodestutiva
Somos a veia morta, vazia,
que tanto inundaram o mundo de vida
Somos o sangue denso, negro,
invadindo os canais com nossa maresia
Somos os verdadeiros carrascos
de toda essa experiência vazia
Enchendo as ruas de alegria
iludimo-nos como se o dever estivesse cumprido
Mas quando nos matamos nos sinais, nas ruas, esquinas
Ninguém quer notícia dessas nossas perfídias
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